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Imagem Pitane

As scooters partilhadas Go Sharing verdes brilhantes, outrora um símbolo da mobilidade moderna na cidade, estão cada vez mais em mau estado.

Espelhos quebrados, tampas dianteiras penduradas ou até mesmo desaparecendo completamente e freios tortos. Parece que não conseguimos lidar com esses veículos elétricos. Atos vandalísticos são comuns e parece faltar respeito pela propriedade alheia. Somos realmente tão irresponsáveis ​​ou há um problema mais profundo subjacente a isso?

Uma caminhada pela cidade rapidamente deixa claro que as scooters costumam ser um incômodo estacionado. Temos preguiça de colocá-los bem na calçada ou andar alguns metros a mais, então eles ficam nos lugares mais inconvenientes. Este comportamento não só causa incômodo, mas também contribui para o aumento dos danos às scooters. Embora tenhamos dominado a tecnologia para baixar um aplicativo e ligar a scooter, utilizá-la e estacioná-la corretamente revela-se um desafio totalmente diferente.

As locadoras estão percebendo cada vez mais danos em seus veículos. Reparar esses danos tornou-se mais complicado e caro. Não só pela falta de pessoal, desculpa comum nos dias de hoje, mas também pelos recursos financeiros necessários para manter os equipamentos em condições de negócio. O vandalismo é mais do que um aborrecimento; Se os danos não forem reparados rapidamente, o valor e o respeito pelas scooters também diminuem aos olhos dos utilizadores.

De acordo com as condições, as scooters partilhadas têm seguro contra terceiros como norma, o que significa que o seguro cobre os danos causados ​​pelo condutor. No entanto, isso só se aplica se não houver dolo, imprudência ou condução sem carteira de motorista. Nesses casos, o próprio usuário deverá arcar com os custos. Estas regras são claras, mas a prática mostra que nem todos as cumprem, com todas as consequências que isso acarreta.

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Foto: © Pitane Blue - Go Sharing

No ano passado, a Go Sharing foi adquirida pela empresa turca Binbin. A aquisição foi uma etapa necessária depois que o proprietário anterior entrou em concordata. Esta transição poderá oferecer uma oportunidade para um novo começo e medidas mais rigorosas contra o vandalismo e a utilização indevida.

A raiz do problema parece ser a falta de respeito e responsabilidade entre os usuários. O compartilhamento de scooters oferece uma solução conveniente para viagens curtas na cidade, mas a comodidade se perde se os veículos não recebem o cuidado e a atenção que merecem. Esta falta de respeito é um problema social mais amplo que não é fácil de resolver.

O que pode ser feito para resolver esse problema? Uma fiscalização mais rigorosa e multas mais elevadas por vandalismo e estacionamento incorreto poderiam ser um passo na direção certa. Além disso, a educação e a sensibilização em torno da utilização de trotinetes partilhadas podem contribuir para uma melhor condução destes veículos. As locadoras também podem investir em scooters mais robustas, que possam suportar melhor o manuseio brusco.

É claro que é necessária uma abordagem combinada para resolver o problema. Não é apenas responsabilidade das locadoras, mas também dos usuários manusear as scooters compartilhadas com cuidado e respeito. Só desta forma poderá esta forma de mobilidade permanecer sustentável e contribuir efetivamente para um ambiente urbano mais eficiente e mais limpo.

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